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segunda-feira, 2 de maio de 2011
As prices for vintage photographs rise, some collectors are forgoing the aura of an original in favor of a sharper image.
At Christie’s New York last April, a rare signed print from 1925 of Imogen Cunningham’s exotic close-up "Magnolia Blossom" (est. $250-350,000) sold for $242,500. A month later at Swann Galleries, in New York, another print of the same image brought just $31,200. Why the disparity? The Swann version was "late," executed in the 1960s or ’70s, while the Christie’s one was vin- tage. In the photography market, where rarity and provenance are revered, those designations mean the difference between six figures and seven. For young collectors, they also mean the difference between an unattainable treasure and a prize within their financial grasp.
A vintage print must have been made from the original negative within a variable but typically short span of years from the date the image was taken and with the artist’s direct involvement. Later, or modern, prints are also made from original negatives but beyond the time limit for vintage designation, and they may be executed by the photographer himself, by technicians or collaborators working under his supervision, or posthumously, with the authorization of the artists’s estate. Vintage material is increasingly rare. As a result, says Denise Bethel, the longtime head of photography at Sotheby’s New York, "we are seeing an even bigger increment in price between the early print and the later print."
O texto continua em http://www.artinfo.com/news/story/37088/beauty-before-age/
Texto de: Judd Tully, fev. 2011.
A vintage print must have been made from the original negative within a variable but typically short span of years from the date the image was taken and with the artist’s direct involvement. Later, or modern, prints are also made from original negatives but beyond the time limit for vintage designation, and they may be executed by the photographer himself, by technicians or collaborators working under his supervision, or posthumously, with the authorization of the artists’s estate. Vintage material is increasingly rare. As a result, says Denise Bethel, the longtime head of photography at Sotheby’s New York, "we are seeing an even bigger increment in price between the early print and the later print."
O texto continua em http://www.artinfo.com/news/story/37088/beauty-before-age/
Texto de: Judd Tully, fev. 2011.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Trabalhando com processos antigos - ALBUMINA/ working on historical photographic processes ALBUMEN
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Exposição Neopictorialista no Espaço Cultural
A exposição Do Azul ao Marrom que inaugura próxima segunda-feira, dia 25 de outubro na Agência de Leilões apresentará três artistas que trabalham com processos fotográficos históricos, quais sejam: cianótipo (Jussara Moreira), marrom vandyke (Andréa Brächer) e albumina (Denise Stumvoll). Ao uso destes processos antigos na contemporaneidade dá-se o nome de Neopictorialismo - expressão cunhada por Dominique Baqué - um novo movimento pictorialista.
O movimento pictorialista foi uma reação à industrialização da fotografia, em oposição à conceituação e à valorização exclusivamente como técnica, afastada de seu sentido estético. Buscava-se modificar o caráter documental que se estabelecera na Europa durante a segunda metade do século XIX.
As primeiras manifestações do movimento ocorreram em Viena, Londres e Paris, a partir de 1890. Mas foi, no início dos anos de 1900, que o movimento nos Estados Unidos tomou força e ficou conhecido como Photo-Secession. Liderado por Alfred Stieglitz e sua galeria 291, publicou-se a revista Camera Work, que propagandeou o movimento. Era uma declaração a fotografia artística não constrangida e independente da fotografia realista documentária. Para declarar essa independência, os membros do movimento adotaram a estética denominada Pictorialismo: onde a fotografia era vista como um processo feito à mão, não necessariamente reproduzível.
As fotografias que estarão expostas a partir do dia 25 vão estimular o debate em torno desta tendência da fotografia hoje e sua reação ao mundo fotográfico virtualizado.
Recentemente fotografias de Stieglitz estiveram em leilão nos Estados Unidos, demonstrando interesse do mercado no pictorialismo.
The exhibition "Do Azul ao Marrom" that opens next Monday, October 25 at Agencia de Leilões will feature three artists who work with historical photographic processes, which are: Cyanotype (Jussara Moreira), VanDyke (Andrea Bracher) and albumen (Denise Stumvoll). The use of these old processes in contemporary photography is called Neopictorialismo - a term coined by Dominique Baqué - a new pictorialist movement.
Pictorialist movement was a reaction to the industrialization of photography, as opposed to the concept and exclusively as the valuation technique, away from your aesthetic sense.
The first manifestations of the movement occurred in Vienna, London and Paris, from 1890. But it was in the early 1900s, the movement took root in the United States and became known as Photo-Secession. Led by Alfred Stieglitz and his 291 Gallery, was published in Camera Work magazine, which touted the move. This was a testament to artistic photography not constrained and independent of photo-realistic documentary. To declare such independence, the members adopted the aesthetic movement known as Pictorialism, in which the photograph was seen as a process done by hand, not necessarily reproducible.
The photographs which will be exhibited from october 25th will stimulate debate on this trend in photography today and his reaction to the photographic world virtualized.
Recently Stieglitz's photographs were on auction sale in the United States, demonstrating the market's interest in Pictorialism.
O movimento pictorialista foi uma reação à industrialização da fotografia, em oposição à conceituação e à valorização exclusivamente como técnica, afastada de seu sentido estético. Buscava-se modificar o caráter documental que se estabelecera na Europa durante a segunda metade do século XIX.
As primeiras manifestações do movimento ocorreram em Viena, Londres e Paris, a partir de 1890. Mas foi, no início dos anos de 1900, que o movimento nos Estados Unidos tomou força e ficou conhecido como Photo-Secession. Liderado por Alfred Stieglitz e sua galeria 291, publicou-se a revista Camera Work, que propagandeou o movimento. Era uma declaração a fotografia artística não constrangida e independente da fotografia realista documentária. Para declarar essa independência, os membros do movimento adotaram a estética denominada Pictorialismo: onde a fotografia era vista como um processo feito à mão, não necessariamente reproduzível.
As fotografias que estarão expostas a partir do dia 25 vão estimular o debate em torno desta tendência da fotografia hoje e sua reação ao mundo fotográfico virtualizado.
Recentemente fotografias de Stieglitz estiveram em leilão nos Estados Unidos, demonstrando interesse do mercado no pictorialismo.
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| Alfred Stieglitz, Spring, fotogravura, 12,5 x 15,7cm, 1901. |
The exhibition "Do Azul ao Marrom" that opens next Monday, October 25 at Agencia de Leilões will feature three artists who work with historical photographic processes, which are: Cyanotype (Jussara Moreira), VanDyke (Andrea Bracher) and albumen (Denise Stumvoll). The use of these old processes in contemporary photography is called Neopictorialismo - a term coined by Dominique Baqué - a new pictorialist movement.
Pictorialist movement was a reaction to the industrialization of photography, as opposed to the concept and exclusively as the valuation technique, away from your aesthetic sense.
The first manifestations of the movement occurred in Vienna, London and Paris, from 1890. But it was in the early 1900s, the movement took root in the United States and became known as Photo-Secession. Led by Alfred Stieglitz and his 291 Gallery, was published in Camera Work magazine, which touted the move. This was a testament to artistic photography not constrained and independent of photo-realistic documentary. To declare such independence, the members adopted the aesthetic movement known as Pictorialism, in which the photograph was seen as a process done by hand, not necessarily reproducible.
The photographs which will be exhibited from october 25th will stimulate debate on this trend in photography today and his reaction to the photographic world virtualized.
Recently Stieglitz's photographs were on auction sale in the United States, demonstrating the market's interest in Pictorialism.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Do Azul ao Marrom
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| Andréa Brächer, Série A...Sombra...Da, marrom vandyke sobre papel, 60 x 40cm, 2006-2009. |
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| Denise Stumvoll, Série Posturas, impressão em sais de prata e albumina sobre tecido, 216 x 79cm, 2003. |
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| Jussara Moreira, Série Vacation DV I, cianótipo sobre tecido de algodão, 70 x 180cm, 2009. |
A exposição coletiva "Do Azul ao Marrom" que abre em 10 dias na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre contará com trabalhos fotográficos que empregam técnicas antigas como o cianótipo, o marrom vandyke e a albumina. As obras bidimensionais sobre papel e tecido enfatizam o conceito de memória, através de marcas e vestígios (positivos e negativos) do corpo e de objetos cotidianos. As artistas trabalham a auto-representação. a representação do outro e o "duplo" através de suas obras.
O nome da exposição faz alusão as cores resultantes do emprego de emulsões fotográficas históricas, o azul do cianótipo e o marrom, tanto da albumina como do marrom vandyke.
O blog do grupo é neopictorialismo.wordpress.com
terça-feira, 27 de abril de 2010
Exposição Desaparecimentos indicada ao IV Prêmio Açorianos de Artes Plásticas

A exposição coletiva “Desaparecimentos” ocorrida entre 15 de setembro e 10 de novembro de 2009 na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre, foi indicada para concorrer na categoria “Destaque em Fotografia” no IV Prêmio Açorianos de Artes Plásticas. Os trabalhos de Andréa Brächer, André Grassi, Jussara Moreira e Thiago Carvalho Fernandes nesta exposição buscam refletir através da imagem fotográfica sobre os conceitos de amnésia e memória. Os trabalhos expostos propuseram dialogar com a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre, local onde passam objetos e obras de arte carregados de histórias reais e ficcionais. Essas peças, muitas vezes, se transformam e renovam suas “memórias” ao trocar de mãos, podendo ou não transferir ao novo dono parte das vivências do proprietário anterior.
A entrega dos prêmios – que somente são anunciados naquele momento – ocorre no dia 8 de maio de 2010, 20h, no Teatro Renascença.
André Soares Grassi, Janelas da Memória, Adesivos sobre vidro, tamanhos variáveis, 2009André Grassi torna, em “Janelas da Memória”, o espaço de exposição numa ponte imaginária para um passado colonial.
Andréa Brächer, Sem Título, Série Fantasmas, daguerreótipo, c. 8 x 10,5 cm, escaneado e impresso sobre papel de algodão, 2009Andréa Brächer traz o hibridismo entre os processos fotográficos antigos e as técnicas digitais contemporâneas, com a temática das memórias infantis, na série “Fantasmas”.
Jussara Moreira, Ritos de Passagem/(Des)locamentos, 2004Jussara Moreira representa a transitoriedade dos relacionamentos humanos através de fusões de imagens e de técnicas de diferentes épocas, nas séries “Ritos de Passagem” e “(Des)locamentos”.
Thiago Carvalho-Fernandes, Série Remember, fotografia digital sobre papel fotográfico colorido, 10 x 15cm, 2009Thiago Carvalho-Fernandes desenvolve sua pesquisa sobre a memória televisiva e virtual, com as séries “Remeber” e “Forget”.
Para visualizar fotos do evento que marcou a exposição "desaparecimentos", acesse: http://www.flickr.com/photos/agenciadeleiloes/sets/72157622836955885/
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