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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Antiguidades são oficialmente verde/Antiques are officially green

Um relatório independente confirmou que as antiguidades são "amigas" do ambiente. Uma peça de mobiliário antigo tem consumo de carbono 16 vezes menor do que um item recém-fabricado.

Esta é a conclusão de um estudo que comparou as emissões de gases do efeito estufa associadas à produção e utilização de uma cómoda antiga, com seu equivalente moderno.

A análise exaustiva foi realizada por Carbon Clear, uma consultoria independente especializada na gestão de carbono, que investigou todos os aspectos da produção e da vida das duas peças específicas - uma caixa de mogno folheados c.1830 e uma peça moderna, de valor equivalente, disponível em uma loja alta reputação.

O artigo completo segue abaixo.
Publicado em 18th september 2010 - Antiques Trade Gazette.

AN independent report has confirmed that antiques are environmentally friendly with a piece of antique furniture likely to have a carbon footprint 16 times lower than that of a newly manufactured item.

This is the finding of a study that compared the greenhouse gas emissions associated with the manufacture and use of an antique chest of drawers with its modern equivalent.

The exhaustive analysis was carried out by Carbon Clear, an independent consultancy specialising in carbon management and carbon accounting, who investigated every aspect of the manufacture and life of two specific pieces – a mahogany-veneered chest of c.1830 and a modern piece of roughly equivalent value available from a reputable high street retailer.



It had been assumed that it was more environmentally friendly to buy furniture that was already in circulation, but the independent study now confirms this.


The findings will give huge encouragement to the hundreds of antique dealers who are backing the Antiques are Green campaign, led by Nigel Worboys of Beaconsfield. "The research demonstrates the importance of buying antiques over modern furniture for economic and environmental reasons," he commented.


"Buying antiques reduces landfill, reduces carbon emissions and reduces consumption of new goods from abroad. The antiques trade is the oldest recycling business in the world and the ultimate in terms of preserving our heritage for future generations. This report provides further proof that antiques should be recognised for their genuine green hallmark – sustainable, re-usable and re-saleable."


While details of the cutting and processing involved in the manufacture of the modern chest of drawers in China were readily available, certain assumptions had to be made about the origins of the antique piece based on expert opinion.


The carbon emissions associated with the actual manufacture of the antique piece were very low. Cabinetmakers' workshops in the 1830s were not generally powered and all work was done by hand and in daylight. Timber cutting was also done by hand but the report factored in 70 per cent of the greenhouse gas emissions coefficient, already calculated at Bath University for current wood cutting and processing.


A similarly conservative approach was taken to the life of the antiques chest, where it was assumed to have been sold and restored twice, even though many pieces would have required little or no restoration. Even with this conservative approach, it was found that the absolute emissions associated with the old chest, including restoration, storage and transport, were significantly lower.


The lifespan of the antique piece was assumed to be 195 years, though it could be much longer. Once this was taken into account, its average emissions per year were shown to be 16 times less than those for the modern chest. The lifespan of the new chest was estimated at 15 years based on expert opinion.


The Carbon Clear report was commissioned by the antiques trade as represented by Antiques Trade Gazette, Antiques are Green, International Antiques & Collectors Fairs, The British Antique Dealers' Association, LAPADA – The Association of Art & Antiques Dealers, The Society of Fine Art Auctioneers and Valuers and Online Galleries.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Relógio Deco em Destaque



Lote 80 Leilão de Novembro 2010


 Art déco foi um movimento internacional de design das décadas de 20 e 30 do século XX, que afetou as artes decorativas, a arquitectura, o design de interiores e o desenho industrial, assim como as artes visuais, a moda, a pintura, as artes gráficas e cinema. Para a época era um funcional, ultra moderno que buscava simplicidade no estilo em oposição a arte noveau, mais rebuscada

Edifícios, esculturas, jóias, luminárias e móveis são geometrizados e muitas vezes feitos com bases simples e ornamentados de bronze, mármore, prata, marfim e outros materiais nobres. O exemplar que vai a leilão possui ornamentos em bronze e sua base é em ônix, e mede 49x12x28cm.


Art Deco was an international design movement from the 20's and 30's in 20th century, which affected the decorative arts, architecture, interior design and industrial design as well as the visual arts, fashion, painting, graphic arts and film. It was functional, ultra modern, seeking simplicity in style as opposed to art nouveau, more elaborated.Buildings, sculptures, jewelry, lamps and furniture are geometric and are often done with simple bases and ornates such as bronze, marble, silver, ivory and other precious materials. The clock which will be auctioned in novembrer, has ornaments in bronze and its base is in onyx and measures 49x12x28cm.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Exposição Neopictorialista no Espaço Cultural

A exposição Do Azul ao Marrom que inaugura próxima segunda-feira, dia 25 de outubro na Agência de Leilões apresentará três artistas que trabalham com processos fotográficos históricos, quais sejam: cianótipo (Jussara Moreira), marrom vandyke (Andréa Brächer) e albumina (Denise Stumvoll). Ao uso destes processos antigos na contemporaneidade dá-se o nome de Neopictorialismo - expressão cunhada por Dominique Baqué - um novo movimento pictorialista.

O movimento pictorialista foi uma reação à industrialização da fotografia, em oposição à conceituação e à valorização exclusivamente como técnica, afastada de seu sentido estético. Buscava-se modificar o caráter documental que se estabelecera na Europa durante a segunda metade do século XIX.

As primeiras manifestações do movimento ocorreram em Viena, Londres e Paris, a partir de 1890. Mas foi, no início dos anos de 1900, que o movimento nos Estados Unidos tomou força e ficou conhecido como Photo-Secession. Liderado por Alfred Stieglitz e sua galeria 291, publicou-se a revista Camera Work, que propagandeou o movimento. Era uma declaração a fotografia artística não constrangida e independente da fotografia realista documentária. Para declarar essa independência, os membros do movimento adotaram a estética denominada Pictorialismo: onde a fotografia era vista como um processo feito à mão, não necessariamente reproduzível.

As fotografias que estarão expostas a partir do dia 25 vão estimular o debate em torno desta tendência da fotografia hoje e sua reação ao mundo fotográfico virtualizado.
 
Recentemente fotografias de Stieglitz estiveram em leilão nos Estados Unidos, demonstrando interesse do mercado no pictorialismo.
Alfred Stieglitz, Spring, fotogravura, 12,5 x 15,7cm, 1901.


The exhibition "Do Azul ao Marrom" that opens next Monday, October 25 at Agencia de Leilões will feature three artists who work with historical photographic processes, which are: Cyanotype (Jussara Moreira), VanDyke (Andrea Bracher) and albumen (Denise Stumvoll). The use of these old processes in contemporary photography is called Neopictorialismo - a term coined by Dominique Baqué - a new pictorialist movement.
Pictorialist movement was a reaction to the industrialization of photography, as opposed to the concept and exclusively as the valuation technique, away from your aesthetic sense.

The first manifestations of the movement occurred in Vienna, London and Paris, from 1890. But it was in the early 1900s, the movement took root in the United States and became known as Photo-Secession. Led by Alfred Stieglitz and his 291 Gallery, was published in Camera Work magazine, which touted the move. This was a testament to artistic photography not constrained and independent of photo-realistic documentary. To declare such independence, the members adopted the aesthetic movement known as Pictorialism, in which the photograph was seen as a process done by hand, not necessarily reproducible.

The photographs which will be exhibited from october 25th will stimulate debate on this trend in photography today and his reaction to the photographic world virtualized.

Recently Stieglitz's photographs were on auction sale in the United States, demonstrating the market's interest in Pictorialism.

sábado, 11 de setembro de 2010

Fotos Autógrafos Pecci

Daniel Chaieb e Andréa Brächer da Agência de Leilões, Pecci ao centro, Ricardo Orsi da Casa da Memória da Arte Brasileira e idealizador da coleção Gafanhoto, Liliam Chagas, colecionadora e diplomata.
Rodrigo Pecci cercado pelos amigos.
Daniel Chaieb ao centro, Décio Azevedo, colunista do VIP Lounge (http://www.queb.com.br/) e o publicitário e músico Duda Couto.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Noite de Autógrafos de Rodrigo Pecci

Ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal José Neri da Silveira e sua esposa D. Ilse são recebidos pelo autor.
Podrigo Pecci em sua noite de autógrafos na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

EXPOSIÇÃO RODRIGO PECCI


A noite de autógrafos e abertura da exposição de Rodrigo Pecci realizada na última sexta (27/Ago) recebeu muitos convidados e obteve grande sucesso.



Algumas obras do artista foram vendidas na noite do evento, mas ainda é possível adquirir as gravuras de Pecci na Agência de Leilões. Os trabalhos são comercializados a R$ 450,00 e a publicação de desenhos a R$ 20,00.
A exposição ficará aberta ao público até 17 de setembro e a visitação é gratuíta.



CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.









terça-feira, 31 de agosto de 2010

GRANDE LEILÃO ACONTECE HOJE.

Obra-prima de João Fahrion, óleo sobre tela, pescaria - med. 70x81cm.



Acontece hoje um grande leilão, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre, que se destaca por apresentrar um espetacular conjunto de peças e obras raras . São mais de 400 lotes, com alguns destaques que foram apresentados no blog durante o mês. Cristais, porcelanas, mobiliários e magníficos quadros, como a obra prima "pescaria", de João Fahrion (imagem acima) e o antigo relógio musical com 36 discos metálicos.



Antigo relógio musical alemão marca Lenskirsch com 36 discos metálicos





O leilão será realizado às 20h, porém os lances podem ser efetuados desde já, através do site da agência, por telefone ou via e-mail, até às 18:30h.
Seguem abaixo imagens de algumas peças que estarão no leilão desta noite.






Álbum chinês do início século XIX com 11 pinturas em papel de seda representando castigos chineses - med. 26x38cm (álbum)



Grupo de porcelana Katzhütter Art Deco


Quadro óleo sobre tela, natividade (adoração). Cópia de quadro do museu do Louvre, século XVIII/XIX - med. 35x20cm


Par de apoios para livro em bronze, ônix e marfim Art Deco franceses, assinados E. Monier, ornados com figuras de pelicanos.








CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

sábado, 28 de agosto de 2010

Arte

Às 19h de hoje, na Agência de Leilões e Espaço Cultural, na Câncio Gomes, Rodrigo Pecci lança seu livro de desenhos da Coleção Gafanhoto e exibe suas gravuras, com o aval da Casa Memória da Arte Brasileira e da descolada e inteligente Andréa Bracher.

Fonte: Arte & Agenda, Eduardo Conill, Jornal Correio do Povo, ANO 115 Nº 331 - PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2010

Desenhos para ver e [Gravuras] levar para casa

O artista plástico Rodrigo Pecci autografa hoje, às 19h, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661), sua primeira publicação individual, de título homônimo ao nome do autor, e segunda da Coleção Gafanhoto. Os autógrafos também marcam a abertura de uma exposição, de 24 obras, com visitação gratuita até 17 de setembro. A Agência de Leilões fica aberta de segunda a sexta, das 8h30min às 12h e das 13h30min às 18h.
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/ de 27 de agosto de 2010

N° 16440
 

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

NOITE DE AUTÓGRAFOS DE RODRIGO PECCI OCORRE NESTA NOITE



Rodrigo Pecci, 33 anos de idade. Mais de 20 anos dedicados às artes plásticas. Em 2010, enfim, lança sua primeira publicação individual.





Sobre a obra

Trata-se da segunda edição da Coleção Gafanhoto. A primeira sessão de autógrafos do livro de desenhos no Rio Grande do Sul é dia 27 de agosto, às 19 horas, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).
O momento é de ascensão na carreira do jovem artista gaúcho de influências expressionistas. No ano passado, foi agraciado com o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, categoria Destaque em Gravura 2008. Seu primeiro livro é financiado pela Casa da Memória da Arte Brasileira e Lunário, com apoio de Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre e Ich Collection, mantenedores da Coleção Gafanhoto. O lançamento em Brasília ocorreu no dia 26 de julho.
       Desde os 10 anos de idade, Pecci pintava em Passo Fundo, onde viveu com a família. Foi a partir de cursos de gravura em metal com Wilson Cavalcanti, no entanto, que aperfeiçoou a técnica. Trabalhou como impressor na Fundação Iberê Camargo sob orientação de Eduardo Haesbaert e em 2002 passou a atuar como professor e impressor na oficina de gravuras do Museu do Trabalho.





EXPOSIÇÃO – A noite de autógrafos do livro de Rodrigo Pecci marca também a abertura de uma exposição. Serão 24 obras, únicas, disponíveis para visitação gratuita até 17 de setembro. A Agência de Leilões fica aberta das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 18 horas. Os trabalhos serão comercializados a R$ 450,00 e a publicação de desenhos a R$ 20,00.






Coleção Gafanhoto

A Coleção Gafanhoto é uma iniciativa mantida exclusivamente com recursos privados. O primeiro volume contou com desenhos do brasiliense Luiz Costa e os dois próximos terão obras do uruguaio Julio Mancebo e do argentino Antonio Pezzino. Segundo Daniel Chaieb, da Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre, a intenção é difundir a cultura e valorizar o trabalho dos artistas.




Fonte: novohamburgo.org


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E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

NOITE DE AUTÓGRAFOS RODRIGO PECCI




Rodrigo Pecci nasceu em 1976, em Porto Alegre. Iniciou-se na gravura em metal em cursos ministrados por Wilson Cavalcanti e trabalhou como impressor na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, sob orientação de Eduardo Haesbaert. Desde 2002, atua como professor e impressor na oficina de gravuras do Museu do Trabalho.



Gravura em metal, ponta seca, água-forte e relevo, tiragem exclusiva 1/1 - med. 53x38cm



Em 2008, realizou sua primeira exposição individual, Sobreimpressões, na Galeria Arte&Fato. Em 2009, recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, Destaque em Gravura 2008, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.



Gravura em metal, água-forte, água-tinta e ponta seca, tiragem exclusiva 1/1 - med. 53x38cm


No dia 27 de Agosto, a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre sediará uma noite de autógrafos do segundo volume da coleção "gafanhoto", desenhos de Rodrigo Pecci.
Entre a noite de autógrafos e o mês de setembro a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre estará sediando uma exposição individual do artista, que estará presente no evento. As obras exibidas estarão à venda.

Gravura em metal com pintura - med. 53x38cm




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Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

terça-feira, 18 de maio de 2010

GRANDE LEILÃO DE ESPÓLIO JUNHO/2010 - PEDRO WEINGÄRTNER


Pedro Weingärtner (Porto Alegre, 26 de julho de 1853/Porto Alegre, 26 de dezembro de 1929) foi um pintor, gravador e litógrafo brasileiro.
Weingärtner retratou principalmente cenas regionais e paisagens do Rio Grande do Sul e Itália, bem como temas da mitologia greco-romana, sendo seguramente o primeiro pintor gaúcho a receber reconhecimento nacional e internacional.
Suas obras, de uma técnica refinada e mostrando uma grande preocupação pelo detalhe, podem ser vistas no Museu Nacional de Belas Artes, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Museu de Arte de São Paulo (MASP), e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS), entre outras instituições.



A imagem acima é uma das obras de Pedro Weingärtner, que faz parte do acervo do grande leilão de espólio que acontecerá dia 8 de Junho, na Agência de Leilões. A peça encontra- se no site da agência e os lances prévios já podem ser efetuados.




CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

GRANDE LEILÃO DE ESPÓLIO -JUNHO/2010

O grande leilão de espólio ocorre no dia 8 de Junho e continuamos a ilustrar o blog com magníficas peças que fazem parte das centenas de lotes que estarão disponíveis ao público na data descrita.
Abaixo, uma grande coleção de canecos Chopp europeus século XIX. Estas peças estarão disponíveis no dia 8.








CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

PICASSO VOLTA AO TOPO E BATE NOVO RECORDE EM LEILÃO



A pintura "Nu, Folhas Verdes e Busto", de Pablo Picasso, foi leiloada por um valor impressionante de mais de 106 milhões de dólares pela Christie's na terça-feira, estabelecendo um recorde para uma obra de arte vendida em leilão.

O vibrante retrato em tamanho grande da amada e frequente modelo de Picasso, Marie-Therese Walter, foi o destaque de uma coleção internacional compilada pelos falecidos patronos de arte de Los Angeles Frances e Sidney Brody.

A estimativa era de que a pintura fosse vendida por mais de 80 milhões de dólares, mas muitos especialistas de arte previam nas últimas semanas que a obra ganharia confiança no mercado de artes, atualmente se recuperando, e quebraria o recorde anterior de 104,3 milhões de dólares estabelecido em fevereiro por "Walking Man I" (Homem que Caminha I), de Giacometti, estabelecido na Sotheby's de Londres.

Mais de meia dúzia de pessoas fizeram ofertas pela tela de 1932, que os Brodys compraram nos anos 1950 de negociantes de Picasso, e a oferta final foi recebida por um representante da Christie's por telefone. O preço final foi de 106.482.500,00 dólares, incluindo a comissão da casa de leilões.

terça-feira, 27 de abril de 2010

A batalha inglória do dinossauro


O uruguaio Julio Mancebo é um dos poucos remanescentes do célebre Ateliê de Arte Construtivista de Joaquín Torres García. Aos 76 anos, ele nunca havia exposto no Brasil – até trazer ao país a mostra de pouco mais de 20 telas que esteve primeiro em Brasília e que permanece até sexta-feira na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).

O bigodão e os longos cabelos brancos apresentam um homem engajado em projetos políticos, que para se definir usa expressões como “anarquista radical” e “anticonservador ao extremo”, mas que defende intransigentemente a pintura e se posiciona como crítico das “novas” linguagens artísticas.

– Só o que se apresenta como novo seduz – disse, quando visitou Porto Alegre para a abertura da exposição. – O sistema das artes cada vez mais ignora a pintura, ao contrário de performances e instalações. No Uruguai, a escola Torres García é a grande referência, mas quem passou por ela e se mantém fiel a seus princípios é perseguido.

Mancebo se sente à vontade na cidade que questiona a presença da arte contemporânea nos espaços públicos – mesmo que não esteja a par da polêmica desencadeada por Voltaire Schilling e levada adiante com o projeto de lei do vereador tradicionalista Bernardino Vendruscolo, que quer que a arte “não fira o bem-estar estético da população”.

– Tem isso aqui, é? – surpreende-se. – Pare­ceu-me que Porto Alegre lida tão bem com a arte. A sede da Fundação Iberê Camargo é algo que só se vê semelhante no Primeiro Mundo.

Foi na Capital que Mancebo reviu o fotógrafo Guillermo Rallo. Ambos estiveram juntos na prisão por sete anos, na década de 1970, após aderirem à luta armada e serem detidos pelos militares uruguaios. Depois de soltos, Rallo veio ao Brasil e Mancebo foi para Estocolmo (Suécia), onde mantém um ateliê – há outro em Montevidéu. A amizade, porém, persiste: foi na casa de Rallo que Mancebo se hospedou e recebeu a equipe de ZH.

Sua vinda ao Brasil se deveu sobretudo ao trabalho de Ricardo Orsí, coordenador da Casa da Memória da Arte Brasileira, de Brasília. Juntamente com os uruguaios José da Cruz e Juan Fló, ele editou o novíssimo Mancebo, livro que reproduz seus trabalhos e conta toda a trajetória do artista – o que inclui sua formação com Torres García.

– Os alunos do ateliê nem sempre conviviam diretamente com o mestre – conta. – Mesmo que tenha entrado lá com 11 anos (em 1944), estive com Don Joaquín durante pouco tempo (Torres García morreu em 1949). A lembrança que tenho dele é a de alguém muito franzino, que parecia estar sempre encolhido, invariavelmente de terno e gravata, inclusive ao pintar, mas que tinha olhos enormes, que quando te miravam o faziam com tal intensidade que te deixavam impressionado.

Ainda que Mancebo, o livro, divida a produção do pintor em períodos de características diferentes entre si, ele próprio afirma que a escola construtivista, com a qual tomou contato há seis décadas, segue sendo a sua principal referência.

– Sou coerente – diz. – O que me motiva, em essência, são sempre as mesmas questões, não importa se estou em Estocolmo ou Montevidéu. Está tudo na minha cabeça, não ao meu redor.



VENHAM CONFERIR OS ÚLTIMOS DIAS DA EXPOSIÇÃO!



Fonte: Zero Hora

segunda-feira, 26 de abril de 2010

J.BORGES - VINTE HISTÓRINHAS DE CORDEL PARA CRIANÇAS.




José Francisco Borges, J.Borges, como é conhecido mundialmente, é um dos mestres da literatura de cordel, um dos artistas folclóricos mais celebrados da América Latina e o xilogravurista brasileiro mais reconhecido do mundo.


J. Borges ilustrou capas de cordéis, livros, discos, e já expôs na Venezuela, Alemanha, Suíça, México e Estados Unidos, onde foi tema de uma reportagem no The New York Times, que o apontou como um gênio da arte popular.


"Comecei escrevendo cordel, e precisei ilustrar o cordel. Peguei um pedaço de madeira, plainei, ai eu fiz. Levei na gráfica pra fazer uma prova, e vendi bem. Aí parti para fazer o segundo. Quando eu já estava com três ou quatro publicados, outros cordelistas pediram desenhos pra mim. Passei cinco ou seis anos só fazendo isso, pra mim comer. Aí depois surgiu esse pessoal de fora pedindo pra fazer maior. (...) Hoje escrevo muito humor, a vida anda um pouco sacrificada né, o povo ouve tanta cena de miséria por aí, então o cordel entrou no humor e está vendendo muito." J.BORGES



Suas xilogravuras são impressas em grande quantidade, em diversos tamanhos, e vendidas a intelectuais, artistas e colecionadores de arte. Dono de uma técnica própria de colorir as imagens atende pedidos para representar cotidiano do pobre, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, sempre ligados ao povo nordestino.
Em sua cidade natal, foi inaugurado o Memorial J. Borges, com exposição de parte de sua obra e objetos pessoais.



A imagem acima é uma reprodução do livro intitulado “J.Borges – Vinte historinhas de cordel para crianças” e contém xilogravuras originais. A obra pode ser adquirida na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, n°661 - Porto Alegre, RS).
Mais informações, ligue para: 51 - 30615017

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Leilão verde marca 40º aniversário do Dia da Terra


Artistas, ambientalistas, líderes empresariais e estrelas do cinema e da música de todo o planeta estão comemorando o 40º aniversário do Dia da Terra com um leilão verde em benefício do meio ambiente.

Os organizadores do leilão de quinta-feira na Christie's, um evento paralelo online silencioso e outros acontecimentos relacionados, conhecidos como "Um lance para salvar a Terra", esperam arrecadar milhões de dólares para quatro grupos ambientalistas sem fins lucrativos.

Os artistas Jenny Holzer, Damien Hirst e Alan Sonfist doaram obras importantes para a venda. Jeff Koons proporcionará uma visita ao estúdio a quem der o maior lance e Annie Leibovitz doou cópias autografadas de seu livro.

Os participantes do leilão também poderão disputar aulas de tênis com John McEnroe, uma tarde no Central Park com Candice Bergen, um jantar e teatro com a atriz Sigourney Weaver ou um dia no set com o ator australiano Hugh Jackman.
Joias, relógios e pacotes turísticos verdes luxuosos completarão os itens do leilão desta quinta-feira.

"É uma colaboração sem precedentes", disse Susan Cohn Rockefeller, co-presidente do leilão com o marido David Rockefeller Jr, ativista ambiental e filantropo.

Com a participação de partes de grande projeção como Deutsche Bank, NBC Universal e as lojas Target e Barneys, os executivos afirmaram que o evento reflete a compreensão cada vez maior de que as preocupações empresariais estão intimamente ligadas às questões ambientais, e que as duas não precisam ser forças de lados opostos.

"Estamos construindo pontes entre diferentes comunidades", disse Peter Lehner, diretor executivo do grupo ambiental internacional Natural Resources Defense Counsel, um dos que serão beneficiados com o evento.




FONTE: http://www.olhardireto.com.br/

quinta-feira, 22 de abril de 2010

KISS LEILOARÁ OBJETOS EM PROL DE BRASILEIROS




A banda Kiss anunciou nesta semana detalhes de um leilão, realizado no site eBay britânico, com o intuito de levantar fundos para ajudar crianças brasileiras. Em conjunto com a ABC Trust (Action for Brazil's Children) , kiss doou um pacote que inclui ingressos para um show da banda no estádio de Wembley no dia 12 de maio, uma fotografia com os membros da banda, um voucher de US$ 100 (cerca de R$ 176) para gastar na loja virtual da banda, além de uma camiseta, um pôster e palhetas. Até a manhã de sábado, os lances estavam em 561 libras (cerca de R$ 1.520,00). O leilão termina no dia 26.



fonte: Zero Hora

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

“QUANTO MAIS CARO, MELHOR" INFORMA VEJA

Obra do escultor suíço atingiu preço recorde em leilão. (Reuters).

A Revista VEJA, em sua edição de 10 de fevereiro, traz matéria sobre o mercado de arte internacional, mais particularmente dos leilões de arte. A partir da venda de uma obra do artista suíço Alberto Giacometti (a escultura em bronze L'homme qui marche I), ocorrida em Londres, na Sotheby´s, em 04 de fevereiro do corrente, estabeleceu-se novo recorde de obra de arte mais cara do mundo: 104,3 milhões de dólares. A peça, que pertencia a um banco alemão, foi arrematada por 110 milhões de francos.
Segundo informa o articulista André Petry, a notícia é boa: quando uma peça artística bate recorde de preço, é sinal de que a economia vai bem.

O homem caminhando I foi arrematado em apenas oito minutos por telefone, por um comprador que preferiu ficar anônimo. Trata-se do maior preço já pago por uma obra de arte em leilão", informou a Sotheby's. O lance mínimo era de 12 milhões de libras esterlinas (US$ 19,05 milhões).

A escultura em bronze em tamanho natural (1,83 m) é considerada a principal obra de Giacometti e está estampada também na nota de 100 francos suíços. Existem seis originais da peça. Filho do pintor impressionista Giovanni Giacometti (1868–1933), Alberto Giacometti (1901-1966), esculpiu a obra em 1961. O homem caminhando I faz parte de uma série de esculturas de bronze esbeltas feitas pelo artista suíço entre 1947 e sua morte e que representam homens e mulheres solitários.

Banco não queria mais a escultura
Por Geraldo Hoffmann, http://www.swissinfo.ch/.

O homem caminhando I era uma das 3 mil obras da coleção de arte do Dresdner Bank e estava exposta no hall de entrada do banco em Frankfurt. Com a fusão de maio de 2008, ela passou para o Commerzbank, que, segundo o portal Tagesanzeiger.ch, se desfez da obra "porque a figura do homem emagrecido poderia ser interpretada como símbolo da crise bancária".

O dinheiro arrecado no leilão, porém, não será destinado ao pagamento de bônus de executivos e sim a fundações do Commerzbank (segundo maior banco alemão depois do Deutsche Bank) e a museus para projetos de restauração.

No mesmo leilão da Sotheby's foi vendido o quadro Kirche em CassonePaisagem com ciprestes, do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1918), por US$ 43 milhões, o dobro do preço estipulado. A pintura havia desaparecido em Viena durante a ocupação nazista da Áustria e só reapareceu décadas mais tarde. Klimt pintou o quadro em 1913, durante uma viagem com sua musa Emilie Flöge ao Lago de Garda, maior lago da Itália.