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segunda-feira, 24 de maio de 2010

GRANDE LEILÃO DE ESPÓLIO 2010: ARTE SACRA

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“Arte sacra é o nome dado a toda produção artística qualificada e destinada ao culto sagrado. É uma "teologia em imagens", deve representar as verdades da fé, não de um modo arbitrário, mas de exposição do dogma cristão com a maior fidelidade possível e com sentimentos autenticamente piedosos. A intenção das obras, nesse estilo, é despertar nos fiéis emoções puras e singelas, revelar-lhes a visão do Paraíso ainda na Terra, um lampejo da perfeição..”

Como no último leilão realizado, a Arte Sacra é representada nos lotes com maravilhosas peças, como se pode conferir nas imagens abaixo:










Miniatura de Nossa Senhora com Menino Jesus - med. 10x8cm.



Lote de 2 desenhos em miniatura, assinados Cabasson, como motivos sacros - medida da maior 8x6cm.




Crucifixo holandês do início do século XIX com detalhes em carei - medida com a base 58x28cm.




Imagem de Nossa Senhora da Conceição em madeira - med. 25cm altura.



Imagem de São José de botas em madeira - med. 22cm altura.






CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

PICASSO VOLTA AO TOPO E BATE NOVO RECORDE EM LEILÃO



A pintura "Nu, Folhas Verdes e Busto", de Pablo Picasso, foi leiloada por um valor impressionante de mais de 106 milhões de dólares pela Christie's na terça-feira, estabelecendo um recorde para uma obra de arte vendida em leilão.

O vibrante retrato em tamanho grande da amada e frequente modelo de Picasso, Marie-Therese Walter, foi o destaque de uma coleção internacional compilada pelos falecidos patronos de arte de Los Angeles Frances e Sidney Brody.

A estimativa era de que a pintura fosse vendida por mais de 80 milhões de dólares, mas muitos especialistas de arte previam nas últimas semanas que a obra ganharia confiança no mercado de artes, atualmente se recuperando, e quebraria o recorde anterior de 104,3 milhões de dólares estabelecido em fevereiro por "Walking Man I" (Homem que Caminha I), de Giacometti, estabelecido na Sotheby's de Londres.

Mais de meia dúzia de pessoas fizeram ofertas pela tela de 1932, que os Brodys compraram nos anos 1950 de negociantes de Picasso, e a oferta final foi recebida por um representante da Christie's por telefone. O preço final foi de 106.482.500,00 dólares, incluindo a comissão da casa de leilões.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO DE JULIO MANCEBO TERMINA HOJE.


Quem ainda quiser ver na Capital gaúcha obras do último pintor vivo que conviveu com o mestre Joaquín Torres Garcia tem só até hoje(sexta-feira, dia 30 de abril).

É quando termina a exposição do uruguaio Julio Mancebo na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661, bairro Floresta). A visitação é gratuita e ocorre das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 18 horas.

Entre as personalidades que já prestigiaram a exposição de Mancebo esteve o ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra. Para ele, a obra do uruguaio se destaca pela “universalidade, aliada à regionalidade presente”. Era a primeira vez que o ex-governador conversava pessoalmente com o artista (foto). “Estou provocado a conhecer mais pela forma como se expressa. O jeito que aborda a humanidade, a história… O jeito que aborda a vida.”



EXPOSIÇÃO JÚLIO MANCEBO


Onde: Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre

(Rua Câncio Gomes, 661, Floresta, Porto Alegre – RS)

Quando: Até sexta-feira, 30 de abril

Horário de visitação: 8h30min às 12 horas / 13h30min às 18 horas

Entrada franca





Fonte:http://novohamburgo.org/

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Stockinger.

Reprodução do livro "Stockinger - Bronzes"








BIOGRAFIA

Francisco alexandre Stockinger nasceu em Traun, Austria em 7 de agosto de 1919. Emigra para o Brasil em 1921 e, em 1929 inicia seus estudos no Mackenzie College, em São Paulo.
E em 1937 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde ingressou no Aeroclube Brasil. Em 1939 transferi-se para a Navegação Áerea Brasileira e fez curso de voo por instrumentos. Formou-se em Meteorologia, no mesmo ano.
Em 1946 inicia seus estudos no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Conviveu com artistas como: Di Cavalcanti, Milton Dacosta, Maria Leontina, Iberê Camargo entre outros.
Transferiu-se para Porto Alegre nos anos 1950. Esteve entre os fundadores do Atelier Livre da prefeitura e foi um dos primeiros diretores do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs).

“Depois de ter construído obra importante em xilogravura, ganhou projeção nacional com seus guerreiros em ferro e madeira, que costumam ser associados com a resistência à ditadura militar”. (fonte Click RBS)


Outro hobbie do escultor era colecionador de cactus, e é responsável pela identificação de pelo menos duas novas espécies da planta. Francisco Alexandre Stockinger faleceu aos 89 anos em Abril do ano passado.


SOBRE SUAS OBRAS

Suas figuras em bronze condensam a experiência de artista e personagem. A pele da escultura é lacerada e a mão não escorrega sobre esta superfície como num mármore polido. Nem poderia ser de outra forma.

As figuras de Stockinger trazem a história da luta desde a Áustria, Colônia costa Machado, São Paulo, Rio, Porto Alegre, cactus e pedras do mundo. São as feridas do herói clássico, o herói que é continuamente exposto às forças da natureza e sai lacerado do combate, mas conquista o Éden.

Fonte: http://byass.wordpress.com/




As últimas esculturas feitas pelo artista estão disponíveis para venda na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).











Magrona de 4 metros - Medidas: 4,15m x 0,70x 0,60m.



Guerreiro vencedor - Medidas: 2,57m x 0,82x 0,50m.


Magrona - Medidas: 2,28mx 0,57x 0,44m.



Magrinha com a mão no seio - Medidas: 1,71mx 0,34x 0,34m
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Magrinha com mãos na cabeça - Medidas: 1,95m x 0,42x 0,34


Magrinha com a mão na saia - Medidas:1,70m x 0,33 x 0,31m.



As peças acima foram as últimas criações de Stockinger,para mais informações, entrem em contato.




E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: www.agenciadeleiloes.com.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

LUIZ COSTA


SOBRE O ARTISTA

  • Luiz Costa nasceu em 1955, em Serra dos Aimorés, Minas Gerais. Mudou-se para Brasília em 1969 e iniciou seu envolvimento com a arte trabalhando na Galeria Oscar Seraphico, nos anos 70. Pintor e muralista, vive de sua obra desde 1979 e consagrou-se como o “pintor dos candangos”, figura-símbolo e síntese da Capital Federal. Em 2001, recebeu o Prêmio Pintor Revelação Nacional do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo e Fundação Carlos Gomes e, em 2003, o Prêmio Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal.

SOBRE A OBRA


  • A foto acima é a capa do livro intitulado “LUIZ COSTA”, da coleção gafanhotos – desenhos. São 50 páginas com imagens dos desenhos feitos pelo artista, todos remanescentes dos anos 80 e prenunciam todo o seu trabalho subseqüente. Há o realismo do entorno de Brasília, o silêncio e a dureza da paisagem, o cotidiano em ares metafísicos, a geometria nascente, o retrato estilizado da figura humana.Além da co-edição da Casa de Memória da Arte Brasileira e Lunário, a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre ofereceu apoio cultural para a publicação da obra.

Desenho de Luiz Costa (livro "LUIZ COSTA")


ONDE COMPRAR

  • O livro pode ser adquirido na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).





ALGUMAS PINTURAS DE LUIZ COSTA ESTÃO À VENDA TAMBÉM NA AGÊNCIA DE LEILÕES, COMO A IMAGEM ABAIXO.













Contato

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: www.agenciadeleiloes.com.br

terça-feira, 27 de abril de 2010

A batalha inglória do dinossauro


O uruguaio Julio Mancebo é um dos poucos remanescentes do célebre Ateliê de Arte Construtivista de Joaquín Torres García. Aos 76 anos, ele nunca havia exposto no Brasil – até trazer ao país a mostra de pouco mais de 20 telas que esteve primeiro em Brasília e que permanece até sexta-feira na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).

O bigodão e os longos cabelos brancos apresentam um homem engajado em projetos políticos, que para se definir usa expressões como “anarquista radical” e “anticonservador ao extremo”, mas que defende intransigentemente a pintura e se posiciona como crítico das “novas” linguagens artísticas.

– Só o que se apresenta como novo seduz – disse, quando visitou Porto Alegre para a abertura da exposição. – O sistema das artes cada vez mais ignora a pintura, ao contrário de performances e instalações. No Uruguai, a escola Torres García é a grande referência, mas quem passou por ela e se mantém fiel a seus princípios é perseguido.

Mancebo se sente à vontade na cidade que questiona a presença da arte contemporânea nos espaços públicos – mesmo que não esteja a par da polêmica desencadeada por Voltaire Schilling e levada adiante com o projeto de lei do vereador tradicionalista Bernardino Vendruscolo, que quer que a arte “não fira o bem-estar estético da população”.

– Tem isso aqui, é? – surpreende-se. – Pare­ceu-me que Porto Alegre lida tão bem com a arte. A sede da Fundação Iberê Camargo é algo que só se vê semelhante no Primeiro Mundo.

Foi na Capital que Mancebo reviu o fotógrafo Guillermo Rallo. Ambos estiveram juntos na prisão por sete anos, na década de 1970, após aderirem à luta armada e serem detidos pelos militares uruguaios. Depois de soltos, Rallo veio ao Brasil e Mancebo foi para Estocolmo (Suécia), onde mantém um ateliê – há outro em Montevidéu. A amizade, porém, persiste: foi na casa de Rallo que Mancebo se hospedou e recebeu a equipe de ZH.

Sua vinda ao Brasil se deveu sobretudo ao trabalho de Ricardo Orsí, coordenador da Casa da Memória da Arte Brasileira, de Brasília. Juntamente com os uruguaios José da Cruz e Juan Fló, ele editou o novíssimo Mancebo, livro que reproduz seus trabalhos e conta toda a trajetória do artista – o que inclui sua formação com Torres García.

– Os alunos do ateliê nem sempre conviviam diretamente com o mestre – conta. – Mesmo que tenha entrado lá com 11 anos (em 1944), estive com Don Joaquín durante pouco tempo (Torres García morreu em 1949). A lembrança que tenho dele é a de alguém muito franzino, que parecia estar sempre encolhido, invariavelmente de terno e gravata, inclusive ao pintar, mas que tinha olhos enormes, que quando te miravam o faziam com tal intensidade que te deixavam impressionado.

Ainda que Mancebo, o livro, divida a produção do pintor em períodos de características diferentes entre si, ele próprio afirma que a escola construtivista, com a qual tomou contato há seis décadas, segue sendo a sua principal referência.

– Sou coerente – diz. – O que me motiva, em essência, são sempre as mesmas questões, não importa se estou em Estocolmo ou Montevidéu. Está tudo na minha cabeça, não ao meu redor.



VENHAM CONFERIR OS ÚLTIMOS DIAS DA EXPOSIÇÃO!



Fonte: Zero Hora

segunda-feira, 26 de abril de 2010

J.BORGES - VINTE HISTÓRINHAS DE CORDEL PARA CRIANÇAS.




José Francisco Borges, J.Borges, como é conhecido mundialmente, é um dos mestres da literatura de cordel, um dos artistas folclóricos mais celebrados da América Latina e o xilogravurista brasileiro mais reconhecido do mundo.


J. Borges ilustrou capas de cordéis, livros, discos, e já expôs na Venezuela, Alemanha, Suíça, México e Estados Unidos, onde foi tema de uma reportagem no The New York Times, que o apontou como um gênio da arte popular.


"Comecei escrevendo cordel, e precisei ilustrar o cordel. Peguei um pedaço de madeira, plainei, ai eu fiz. Levei na gráfica pra fazer uma prova, e vendi bem. Aí parti para fazer o segundo. Quando eu já estava com três ou quatro publicados, outros cordelistas pediram desenhos pra mim. Passei cinco ou seis anos só fazendo isso, pra mim comer. Aí depois surgiu esse pessoal de fora pedindo pra fazer maior. (...) Hoje escrevo muito humor, a vida anda um pouco sacrificada né, o povo ouve tanta cena de miséria por aí, então o cordel entrou no humor e está vendendo muito." J.BORGES



Suas xilogravuras são impressas em grande quantidade, em diversos tamanhos, e vendidas a intelectuais, artistas e colecionadores de arte. Dono de uma técnica própria de colorir as imagens atende pedidos para representar cotidiano do pobre, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, sempre ligados ao povo nordestino.
Em sua cidade natal, foi inaugurado o Memorial J. Borges, com exposição de parte de sua obra e objetos pessoais.



A imagem acima é uma reprodução do livro intitulado “J.Borges – Vinte historinhas de cordel para crianças” e contém xilogravuras originais. A obra pode ser adquirida na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, n°661 - Porto Alegre, RS).
Mais informações, ligue para: 51 - 30615017

sexta-feira, 16 de abril de 2010

LEILÃO ABRIL/2010 : SOBRE PETRUCCI


Petrucci: Pintor e desenhista nascido em Pelotas no ano de 1919 e deste muito novo se envolveu com o mundo das artes. Ele obteve medalha de prata no 5º salão de Arte da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (Chico Lisboa), 1954, e de bronze no salão Pan-Americano, 1958, ambos em Porto Alegre. Nos últimos anos, deixou a figura para dedicar-se à paisagem urbana construída com rigor quase fotográfico. Fase igualmente destacada em sua obra é o abstracionismo, que praticou nos anos 60 e 70. Dono de qualidades inegáveis, tem-se mantido à margem das promoções comuns e habituais do circuito de arte, inclusive salões ou mostras coletivas.Na arte rio-grandense, Petrucci ocupa um lugar merecidamente destacado. Sua atuação no movimento artístico sulino data dos anos 40. Através de sua história pessoal, pode-se acompanhar os êxitos e as vicissitudes da arte no Rio Grande. Deste os começos da Associação Francisco Lisboa, como através das lutas, naqueles anos, pela aceitação do modernismo numa província culturalmente conservadora, sua presença foi constante.



O leilão do dia 20 de Abril,na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, n°661 - Porto Alegre, RS) contará com obra de Petrucci, que estará disponível aos interessados no endereço citado acima a partir do dia 17 de Abril e também no site: http://www.agenciadeleiloes.com.br/Publico/index.aspx



NA IMAGEM: Petrucci, pastel, pandeiro 1935 - med. 23x30cm

OBS: Esta obra faz parte do leilão.