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sábado, 11 de setembro de 2010

Fotos Autógrafos Pecci

Daniel Chaieb e Andréa Brächer da Agência de Leilões, Pecci ao centro, Ricardo Orsi da Casa da Memória da Arte Brasileira e idealizador da coleção Gafanhoto, Liliam Chagas, colecionadora e diplomata.
Rodrigo Pecci cercado pelos amigos.
Daniel Chaieb ao centro, Décio Azevedo, colunista do VIP Lounge (http://www.queb.com.br/) e o publicitário e músico Duda Couto.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

EXPOSIÇÃO RODRIGO PECCI


A noite de autógrafos e abertura da exposição de Rodrigo Pecci realizada na última sexta (27/Ago) recebeu muitos convidados e obteve grande sucesso.



Algumas obras do artista foram vendidas na noite do evento, mas ainda é possível adquirir as gravuras de Pecci na Agência de Leilões. Os trabalhos são comercializados a R$ 450,00 e a publicação de desenhos a R$ 20,00.
A exposição ficará aberta ao público até 17 de setembro e a visitação é gratuíta.



CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.









sábado, 28 de agosto de 2010

Desenhos para ver e [Gravuras] levar para casa

O artista plástico Rodrigo Pecci autografa hoje, às 19h, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661), sua primeira publicação individual, de título homônimo ao nome do autor, e segunda da Coleção Gafanhoto. Os autógrafos também marcam a abertura de uma exposição, de 24 obras, com visitação gratuita até 17 de setembro. A Agência de Leilões fica aberta de segunda a sexta, das 8h30min às 12h e das 13h30min às 18h.
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/ de 27 de agosto de 2010

N° 16440
 

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

NOITE DE AUTÓGRAFOS DE RODRIGO PECCI OCORRE NESTA NOITE



Rodrigo Pecci, 33 anos de idade. Mais de 20 anos dedicados às artes plásticas. Em 2010, enfim, lança sua primeira publicação individual.





Sobre a obra

Trata-se da segunda edição da Coleção Gafanhoto. A primeira sessão de autógrafos do livro de desenhos no Rio Grande do Sul é dia 27 de agosto, às 19 horas, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).
O momento é de ascensão na carreira do jovem artista gaúcho de influências expressionistas. No ano passado, foi agraciado com o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, categoria Destaque em Gravura 2008. Seu primeiro livro é financiado pela Casa da Memória da Arte Brasileira e Lunário, com apoio de Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre e Ich Collection, mantenedores da Coleção Gafanhoto. O lançamento em Brasília ocorreu no dia 26 de julho.
       Desde os 10 anos de idade, Pecci pintava em Passo Fundo, onde viveu com a família. Foi a partir de cursos de gravura em metal com Wilson Cavalcanti, no entanto, que aperfeiçoou a técnica. Trabalhou como impressor na Fundação Iberê Camargo sob orientação de Eduardo Haesbaert e em 2002 passou a atuar como professor e impressor na oficina de gravuras do Museu do Trabalho.





EXPOSIÇÃO – A noite de autógrafos do livro de Rodrigo Pecci marca também a abertura de uma exposição. Serão 24 obras, únicas, disponíveis para visitação gratuita até 17 de setembro. A Agência de Leilões fica aberta das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 18 horas. Os trabalhos serão comercializados a R$ 450,00 e a publicação de desenhos a R$ 20,00.






Coleção Gafanhoto

A Coleção Gafanhoto é uma iniciativa mantida exclusivamente com recursos privados. O primeiro volume contou com desenhos do brasiliense Luiz Costa e os dois próximos terão obras do uruguaio Julio Mancebo e do argentino Antonio Pezzino. Segundo Daniel Chaieb, da Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre, a intenção é difundir a cultura e valorizar o trabalho dos artistas.




Fonte: novohamburgo.org


CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

LEILÃO DE AGOSTO DE 2010 - EDGAR OEHLMEYER

óleo sobre eucatex, vaso de flores, 1958 - med. 72x59cm

Oehlmeyer nasceu em Rio Claro, São Paulo, em 1909 e faleceu, em 1967. Considerado por muitos, como um dos vinte maiores artistas plásticos brasileiros de todos os tempos. Foi aluno dos mestres Carlos Hadler, Amadeo Scavone e Antônio Rocco.
Desenvolveu com rara mestria e igual qualidade pictórica, os mais diversos temas da pintura nas diferentes técnicas, tamanhos e materiais.
Oehlmeyer possuía uma forte personalidade, reveladora de um obstinado perfeccionismo. Alheio às modernas tendências, só se interessava pelos grandes mestres do passado. Esboçava e pintava, até atingir os tons desejados que melhor imprimissem um determinado sentimento. A prova disso foi a obra “Cabeça de Velha”, pintura sobre velaturas que, apesar da grande inveja que causou nos salões, conquistou-lhe a Grande Medalha de Prata.
O carvão, o pastel e a aguada de nanquim, revelam em traços sumários até o estado de espírito, de rostos não identificados, e figuras de homens e mulheres. Um risco, uma ruga – um sentimento! Um olhar distante – um pensamento profundo, uma nostalgia discreta!...
Segundo a opinião de conceituados críticos, figura e paisagem, são os temas mais difíceis neste estilo de pintura. Alguns afirmam que é a figura, outros, a paisagem. Oehlmeyer, também na paisagem, mostra sua genialidade, valendo-se de um enquadramento diferente do habitual. Muito raramente, retrata casarios, ruas ou outros motivos, pela perspectiva frontal. Ao contrário, parte de um ângulo lateral ou secundário, para o todo da paisagem, reforçando a perspectiva mais evidente, propositadamente esquecida, com um claro-escuro deslumbrante. O modo como compunha as flores na tela, permite uma visualização tridimensional, causando a impressão de serem reais, como que saindo do quadro e indo ao encontro de quem as observa. O tema flores, projeta Oehlmeyer para a imortalidade. Muitos, afirmam que nenhum outro conseguiu superá-lo.
Oehlmeyer tinha consciência do valor de seu trabalho, admitindo-o com toda a modéstia. E, por isso, quando vendia suas obras sentia-se “mutilado”; era um pedaço de si próprio que se desprendia!
Austero, consigo mesmo e indulgente com os outros, exigia o máximo de si mesmo, queimando com soda cáustica as obras que não considerava boas, mas vendo até na pintura fraca de alguns colegas seus pontos positivos.
A arte refletia o homem que a criara, melancólica e cheia de contrastes, plasmada em um claro-escuro que lembrava Rembrandt. Além deste último, admirava, também, José Malhôa, (pintor português, 1855-1933), e na música, Mozart e Beethoven. Tinha como companheiros de arte e melhores amigos, Aliberto Baroni e Manlio Moretto, com os quais viajou pelo Brasil.


A imagem no topo da postagem é uma reprodução do quadro que estará no grande leilão do dia 31 de Agosto e já está disponivel para lances no site da agência.


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E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

NOITE DE AUTÓGRAFOS RODRIGO PECCI




Rodrigo Pecci nasceu em 1976, em Porto Alegre. Iniciou-se na gravura em metal em cursos ministrados por Wilson Cavalcanti e trabalhou como impressor na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, sob orientação de Eduardo Haesbaert. Desde 2002, atua como professor e impressor na oficina de gravuras do Museu do Trabalho.



Gravura em metal, ponta seca, água-forte e relevo, tiragem exclusiva 1/1 - med. 53x38cm



Em 2008, realizou sua primeira exposição individual, Sobreimpressões, na Galeria Arte&Fato. Em 2009, recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, Destaque em Gravura 2008, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.



Gravura em metal, água-forte, água-tinta e ponta seca, tiragem exclusiva 1/1 - med. 53x38cm


No dia 27 de Agosto, a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre sediará uma noite de autógrafos do segundo volume da coleção "gafanhoto", desenhos de Rodrigo Pecci.
Entre a noite de autógrafos e o mês de setembro a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre estará sediando uma exposição individual do artista, que estará presente no evento. As obras exibidas estarão à venda.

Gravura em metal com pintura - med. 53x38cm




CONTATO

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: Agência de leilões.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO DE JULIO MANCEBO TERMINA HOJE.


Quem ainda quiser ver na Capital gaúcha obras do último pintor vivo que conviveu com o mestre Joaquín Torres Garcia tem só até hoje(sexta-feira, dia 30 de abril).

É quando termina a exposição do uruguaio Julio Mancebo na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661, bairro Floresta). A visitação é gratuita e ocorre das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 18 horas.

Entre as personalidades que já prestigiaram a exposição de Mancebo esteve o ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra. Para ele, a obra do uruguaio se destaca pela “universalidade, aliada à regionalidade presente”. Era a primeira vez que o ex-governador conversava pessoalmente com o artista (foto). “Estou provocado a conhecer mais pela forma como se expressa. O jeito que aborda a humanidade, a história… O jeito que aborda a vida.”



EXPOSIÇÃO JÚLIO MANCEBO


Onde: Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre

(Rua Câncio Gomes, 661, Floresta, Porto Alegre – RS)

Quando: Até sexta-feira, 30 de abril

Horário de visitação: 8h30min às 12 horas / 13h30min às 18 horas

Entrada franca





Fonte:http://novohamburgo.org/

quarta-feira, 28 de abril de 2010

LUIZ COSTA


SOBRE O ARTISTA

  • Luiz Costa nasceu em 1955, em Serra dos Aimorés, Minas Gerais. Mudou-se para Brasília em 1969 e iniciou seu envolvimento com a arte trabalhando na Galeria Oscar Seraphico, nos anos 70. Pintor e muralista, vive de sua obra desde 1979 e consagrou-se como o “pintor dos candangos”, figura-símbolo e síntese da Capital Federal. Em 2001, recebeu o Prêmio Pintor Revelação Nacional do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo e Fundação Carlos Gomes e, em 2003, o Prêmio Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal.

SOBRE A OBRA


  • A foto acima é a capa do livro intitulado “LUIZ COSTA”, da coleção gafanhotos – desenhos. São 50 páginas com imagens dos desenhos feitos pelo artista, todos remanescentes dos anos 80 e prenunciam todo o seu trabalho subseqüente. Há o realismo do entorno de Brasília, o silêncio e a dureza da paisagem, o cotidiano em ares metafísicos, a geometria nascente, o retrato estilizado da figura humana.Além da co-edição da Casa de Memória da Arte Brasileira e Lunário, a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre ofereceu apoio cultural para a publicação da obra.

Desenho de Luiz Costa (livro "LUIZ COSTA")


ONDE COMPRAR

  • O livro pode ser adquirido na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).





ALGUMAS PINTURAS DE LUIZ COSTA ESTÃO À VENDA TAMBÉM NA AGÊNCIA DE LEILÕES, COMO A IMAGEM ABAIXO.













Contato

E-mail: atendimento@agenciadeleiloes.com.br
Fone: 51-30615017
Site: www.agenciadeleiloes.com.br

terça-feira, 27 de abril de 2010

A batalha inglória do dinossauro


O uruguaio Julio Mancebo é um dos poucos remanescentes do célebre Ateliê de Arte Construtivista de Joaquín Torres García. Aos 76 anos, ele nunca havia exposto no Brasil – até trazer ao país a mostra de pouco mais de 20 telas que esteve primeiro em Brasília e que permanece até sexta-feira na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661).

O bigodão e os longos cabelos brancos apresentam um homem engajado em projetos políticos, que para se definir usa expressões como “anarquista radical” e “anticonservador ao extremo”, mas que defende intransigentemente a pintura e se posiciona como crítico das “novas” linguagens artísticas.

– Só o que se apresenta como novo seduz – disse, quando visitou Porto Alegre para a abertura da exposição. – O sistema das artes cada vez mais ignora a pintura, ao contrário de performances e instalações. No Uruguai, a escola Torres García é a grande referência, mas quem passou por ela e se mantém fiel a seus princípios é perseguido.

Mancebo se sente à vontade na cidade que questiona a presença da arte contemporânea nos espaços públicos – mesmo que não esteja a par da polêmica desencadeada por Voltaire Schilling e levada adiante com o projeto de lei do vereador tradicionalista Bernardino Vendruscolo, que quer que a arte “não fira o bem-estar estético da população”.

– Tem isso aqui, é? – surpreende-se. – Pare­ceu-me que Porto Alegre lida tão bem com a arte. A sede da Fundação Iberê Camargo é algo que só se vê semelhante no Primeiro Mundo.

Foi na Capital que Mancebo reviu o fotógrafo Guillermo Rallo. Ambos estiveram juntos na prisão por sete anos, na década de 1970, após aderirem à luta armada e serem detidos pelos militares uruguaios. Depois de soltos, Rallo veio ao Brasil e Mancebo foi para Estocolmo (Suécia), onde mantém um ateliê – há outro em Montevidéu. A amizade, porém, persiste: foi na casa de Rallo que Mancebo se hospedou e recebeu a equipe de ZH.

Sua vinda ao Brasil se deveu sobretudo ao trabalho de Ricardo Orsí, coordenador da Casa da Memória da Arte Brasileira, de Brasília. Juntamente com os uruguaios José da Cruz e Juan Fló, ele editou o novíssimo Mancebo, livro que reproduz seus trabalhos e conta toda a trajetória do artista – o que inclui sua formação com Torres García.

– Os alunos do ateliê nem sempre conviviam diretamente com o mestre – conta. – Mesmo que tenha entrado lá com 11 anos (em 1944), estive com Don Joaquín durante pouco tempo (Torres García morreu em 1949). A lembrança que tenho dele é a de alguém muito franzino, que parecia estar sempre encolhido, invariavelmente de terno e gravata, inclusive ao pintar, mas que tinha olhos enormes, que quando te miravam o faziam com tal intensidade que te deixavam impressionado.

Ainda que Mancebo, o livro, divida a produção do pintor em períodos de características diferentes entre si, ele próprio afirma que a escola construtivista, com a qual tomou contato há seis décadas, segue sendo a sua principal referência.

– Sou coerente – diz. – O que me motiva, em essência, são sempre as mesmas questões, não importa se estou em Estocolmo ou Montevidéu. Está tudo na minha cabeça, não ao meu redor.



VENHAM CONFERIR OS ÚLTIMOS DIAS DA EXPOSIÇÃO!



Fonte: Zero Hora

segunda-feira, 5 de abril de 2010

LEILÃO DE ABRIL/2010: ARTE INDO-PORTUGUESA



Dando continuidade às postagens informativas em relação ao leilão que será realizado dia 20 de Abril, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, n°661 - Porto Alegre, RS), hoje o conceito proposto retrata a cultura e artes indo-portuguesa, como a ilustração acima (peça que estará à venda no dia 20 de Abril).

“Na cultura indo-portuguesa houve uma grande transformação de ideais, seus arquivos são poderosos, sua documentação farta, e Goa atravessou e atravessa um processo de continuidade, onde marcas profundas formaram seus diferenciais mesmo em relação ao subcontinente. E seus habitantes possuem um desejo imenso de armazenar informações do passado, facilitando uma compreensão maior de todo o processo aculturatório e de sua evolução posterior.
Sob o ponto de vista plástico, muitas vezes, são pequenos traços que surgem e que aos poucos vão se acentuando ou não, traços com que o criador da obra, seja artista ou artesão, responderá ao meio ambiente que o cerca, mas também às injunções políticas que os pressionam em todo o leque que esta ação pode intervir.
Para o entendimento da formação da arte indo portuguesa, torna-se imprescindível a análise do meio ambiente em que esta arte deslanchou, o sul da Índia e sua extensão na direção da Saurasta, lembrando que ela foi criada dentro de um trançado de múltiplas influências. “Só então poderemos pensar em analisá-la em relação ao Brasil.”




Na imagem: Móvel indo-português século XIX.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO E VENDA DE OBRAS: JÚLIO MANCEBO


A Capital gaúcha recebe um dos mais importantes artistas do Construtivismo Latino-Americano. Dos que conviveram com o mestre Joaquín Torres García, o uruguaio Julio Mancebo é o último discípulo vivo. Aos 77 anos, autografa livro que retrata sua obra no dia 09 de abril (sexta-feira), a partir das 19 horas, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661).

Financiado com recursos privados, Mancebo é uma espécie de homenagem, como explica, Daniel Chaieb, da Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre - uma das instituições financiadoras. É um documento que reconhece a obra do uruguaio em vida. “Esse tipo de iniciativa normalmente só ocorre depois da morte dos artistas”, lembra Chaieb. Também contribuíram com recursos para a publicação a Casa da Memória da Arte Brasileira e Liliam Beatris Chagas de Moura.

Até o dia 30 de abril, obras de Julio Mancebo estarão dispostas à apreciação dos gaúchos no mesmo local da sessão de autógrafos, que marca também a abertura da exposição. A visitação será gratuita e alguns trabalhos estão sendo comercializados. O evento do próximo dia 09 é aberto ao público. O pintor uruguaio Júlio Mancebo estará presente na sessão de autógrafos.




Na imagem: Óleo sobre tela - med. 100x100cm.

terça-feira, 30 de março de 2010

Noite de autógrafos do livro "MANCEBO".




“Julio Mancebo foi além dos cânones intelectuais do legado construtivo, não se amarrando a soluções pictóricas já conhecidas.”

“Mancebo se apropria da luz meridional, a um tempo solar e invernal, e da paisagem do Prata e da capital uruguaia, transformando-a em pura vibração que se funde à estrutura de suas telas, tornada em sutileza”

“Mancebo é leal àquela tradição, respeitando as lições que aprendeu diretamente do mestre e que compartilhou com os colegas, também reverenciados: Planejamento, estrutura, proporção, fundamentação teórica, método, estudo de cores, experimentação de materiais.”



Estes trechos fazem parte do prólogo do livro sobre a vida e obra do artista plástico uruguaio Julio Mancebo. O livro em versão trilíngue (espanhol/português/inglês) contém um prólogo de Ricardo Orsi, um artigo de Juan Fló, Joaquín Torres García y su taller, e uma entrevista de caráter biográfico com o pintor realizada por José da Cruz.
Será realizada uma noite de autógrafos no dia 9 de Abril, sexta, das 19h às 22h30min, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661 Porto Alegre-RS). O espaço cultural também sediará uma exposição individual do artista, que estará presente ao evento (Até o dia 30 de Abril). Algumas das obras exibidas estarão à venda.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Exposição no Victoria & Albert Museum vai exibir falsificações

The Amarna Princess, criada em 2003, vendida por £440,000 e descoberta pela Metropolitan Police Service’s Art & Antiques Unit em 2006.

O V&A está organizando uma exposição de fraudes com a curadoria do Metropolitan Police Service's Art and Antiques Unit denominada The Metropolitan Police Service's Investigation of Fakes and Forgeries.
A exposição ocorrerá entre 23 de janeiro e 7 de fevereiro de 2010, e inclui trabalhos de Shaun Greenhalgh, um falsificador que se tem como responsável por uma larga gama de fraudes encaminhadas ao mercado de arte e que foi pego depois de ter enganado o British Museum com uma Armana Princess.
Também serão mostrados os trabalhos de John Myatt, artista pres,o que forjou pinturas dos séculos XIX e XX,
A polícia está usando a exibição para realçar assuntos ligados a fraudes de arte e como a polícia britânica é capaz de detectá-las; também esperam que com isso possam ajudar a reduzir a fraude de arte no futuro.

A admissão é gratuita.
Fonte:http://http://www.vam.ac.uk/ disponível em 23 de janeiro de 2010.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Livro de Julio Mancebo lançado em Brasília


Foi no último dia 04 de dezembro, sábado, o lançamento do livro do artista uruguaio Julio Mancebo em Brasília. O evento ocorrido na Casa da Memória da Arte Brasileira teve como anfitriões Luiz e Ceicinha Costa, Luizinho e Marina Costa. Na mesa de autógrafos Julio Mancebo e Ricardo Orsi, acompanhados de Ernestina Mancebo – fiel companheira de Julio. Entre as presenças Carlos Amorin (Embaixador do Uruguai no Brasil), Manuel Lombao (Diretor do Instituto Cervantes Brasília), Vera Pugliese (pesquisadora de História da Arte), o editor Antonio Agenor Briquet de Lemos, o diplomata Ilanit Frydman e sua família, Miriam Chagas de Moura (jornalista) e Neiva Chagas de Moura (assessora do Supremo Tribunal Federal) e as diplomatas brasileiras Liliam Chagas de Moura e Claudia Santos, a psiquiatra Miriam Garcia Brunstein. Também presente um dos patrocinadores do livro Daniel Chaieb.
O livro é aberto por um texto de Ricardo Vieira Orsi “Os dois Legados da Arte de Julio Mancebo”, seguido por um texto de Juan Fló “Joaquin Torres Garcia e seu ateliê” e por fim a entrevista de José da Cruz “Diálogos com Julio Mancebo: em sua casa em Cerro Montevidéu”. O livro amplamente ilustrado em suas 229 páginas tem os textos com versão em português, espanhol e inglês.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Abertura da exposição 'Desaparecimentos': agora é oficial!


Isabel Castro, da comissão organizadora da Bienal B, abre oficialmente a exposição 'Desaparecimentos' ao lado dos artistas. Da esq. para direita: André Grassi, Jussara Moreira, Isabel Castro, Andréa Brächer e Thiago Carvalho-Fernandes.

Confira mais fotos da vernissage no nosso flickr!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Entrevista: Ricardo Vieira Orsi fala sobre a exposição "Cândido Portinari em Obras"



O Blog da Agência conversou com Ricardo Vieira Orsi, que (em suas próprias palavras) formado na área de Direito, é servidor do Banco Central há 17 anos e atua na curadoria do acervo institucional de arte e museologia da instituição.


BA: Como o Banco Central formou o acervo de obras de arte atual, quais os principais nomes, quantas obras, e onde está o acervo?
RVO: A Coleção Banco Central foi formada na década de 1970, quando o Banco Central recebeu obras de arte por conta de créditos que detinha em instituições financeiras que saíram do mercado financeiro, em liquidações ou intervenções do Banco Central. O acervo principal da Coleção é formado por cerca de 300 obras, majoritariamente de artistas brasileiros, e com foco no Modernismo Brasileiro. São obras de artistas como Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro, Di Cavalcanti, Portinari, Volpi, Bonadei, Aldemir Martins, Milton Dacosta, Maciej Babinski, Marcelo Grassmann, Clóvis Graciano, entre outros.

BA: Conte-nos um pouco sobre a exposição "Cândido Portinari em obras".
RVO: São 15 obras, sendo 12 painéis de cerca de 2 metros de altura por 1,5 de base, da série Cenas Brasileiras, e um grande painel, Descobrimento do Brasil, de 5 metros por 4, e mais duas paisagens. Os paineis foram elaborados em têmpera sobre tela (4 painéis) e em óleo sobre tela (8 painéis); o grande painel foi realizado em óleo e têmpera sobre tela. As paisagens são em óelo sobre tela.

O painéis são datados de 1954 a 1956, período da maturidade artística de Portinari, onde o mestre já havia assimilado as lições cubistas e a influência picasseana, e desenvolvido uma linguagem própria, reconhecida pela crítica e público. As obras também mostram um diálogo com a arte abstrata, que se impunha fortemente no Brasil, à época.

BA: Na sua opinião, qual é a obra mais importante exposta?
RVO: O painel Descobrimento do Brasil, por suas dimensões, por sua linguagem ousada e pela qualidade do trabalho.


Descobrimento do Brasil, 1954
Têmpera e óleo sobre tela
500 x 400 cm

BA: Você possui algum idéia em relação aos valores de mercado destas obras?
RO: Não há possibilidade de se avaliar, pois não há obras de dimensões equivalente no mercado...

BA: Fale-nos sobre a importância de Portinari para a arte brasileira
RVO: A obra de Portinari é importante para a arte brasileira tanto pela trajetória de sua linguagem plástica, ligada ao modernismo e à fixação de uma visualidade brasileira, e em busca constante de inovação, até o final de sua vida, quanto pela temática desenvolvida, a partir do projeto de "pintar a gente brasileira". Portinari conseguiu os dois feitos, foi um experimentador na linguagem e, com uma obra vasta (mais de 5 mil obras), construiu um painel múltiplo e diversificado da sociedade brasileira, o que já foi denominado como uma "imaginária brasileira".

O único lamento é terem sido breves sua vida e carreira, morreu aos 59 anos; se tivesse prosseguido, como Volpi por exemplo, que viveu quase 90 anos, teria avançado ainda mais na experimentação plástica e obtido ainda maior consagração como grande mestre.

Bumba Meu Boi, 1956
Óleo sobre tela
200 x170cm

Ricardo também coordena o projeto 'Casa da Memória, e você pode visitar o site do projeto aqui. O Blog Agência agradece pela entrevista e deseja sucesso para a exposição e para Ricardo!

Sobre a exposição
Local: Galeria de Arte do Banco Central
Período: De 18 de Agosto de 2009 a 27 de junho de 2010 Visitação: de terça-feira a sexta-feira, das 10h às 17h30 Sábado e Domingo, das 14h às 18h Endereço: Edifício Sede do Banco Central - SBS -Quadra 3 - Bloco B - 8o andar Brasília Agendamento de visitas escolares (61) 3414 2099 e 3414 2093 Mais informações, siga o link do: Banco Central.