quarta-feira, 14 de abril de 2010

Fotos da noite de autógrafos "MANCEBO".

Sexta-feira passada, ocorreu na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre a sessão de autógrafos e abertura da exposição de Júlio Mancebo. Durante as próximas semanas, algumas fotos e notícias do evento estarão disponíveis no blog.





Acima, os artistas plásticos Eduardo Vieira da Cunha e Rodrigo Pecci com outro convidado.




O artista André Venzon e o cônsul geral do Uruguai Pablo Scheiner junto de Ricardo Orsí e Julio Mancebo.



Gustavo Nakle, Guillermo Rallo, Maia Menna Barreto, Olivio Dutra, Daniel Chaieb brindando na noite de autógrafos.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO/SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DE JÚLIO MANCEBO ESTA NOITE.


“O sobrenome é de jovem inexperiente, mas a obra e a trajetória são a de um antigo emblema das artes plásticas na América.”
Zero Hora

“Porto Alegre recebe um dos mais importantes artistas do Construtivismo Latino-Americano.”
Jornal do Comércio






Com uma trajetória artística de seis décadas, Júlio Mancebo chega a Porto Alegre para autografar o livro Mancebo: Vida e Obra do Artista plástico Júlio Mancebo e também para acompanhar a abertura da exposição de suas obras, que está aberta ao público até dia 30 de Abril. O evento será realizado na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Câncio Gomes, 661, bairro Floresta).




SOBRE O LIVRO

O Taller Torres Garcia foi um fato singular na cultura uruguaia e latino-americana. Formouuma geração de grandes pintores, à qual pertence Julio Mancebo. Mancebo ingressou no Taller Torres Garcia aos 11 anos, um dos alunos mais jovens de Don Joaquín. Manteve ao longo de décadas, e das mudanças que se produzem em sua obra, dois conceitos fundamentais, distintivos da Ecuela del Sur: estrutura e tonalidade.
O livro contém um prólogo de Ricardo Orsi, um trabalho de Juan Fló, " Joaquín Torres García e seu ateliê", e uma longa entrevista de caráter biográfico realizada por José da Cruz.

SOBRE OS AUTORES DO LIVRO

Ricardo Vieira Orsi (Brasil, 1965) – Fundador da Casa da Memória da Arte Brasileira. Mestre em Direito Público pela Université de Montreal (Canadá) é servidor do Banco Central do Brasil há 17 anos, onde atua na área de Curadoria do Acervo Institucional de Arte e Museologia.
Juan Fló (Uruguai, 1930) – Professor na Facultad de Humanidades, Instituto de Filosofia, de Montevidéo. Suas investigações versam sobre Teoria das Artes.
José da Cruz (Uruguai, 1945) – Narrador, poeta, professor e jornalista. Doutor em Geografia Humana na Universidade de Lund. Publicou romances, contos e poemas no Uruguai, México, Suécia e Espanha. Viveu no Chile, Suécia e México. Atualmente, reside em Belo Horizonte – MG.

BIOGRAFIA DO ARTISTA

Pintor, escultor e muralista, Julio Mancebo (foto) foi aluno de Joaquín Torres García, cuja obra e doutrina moldaram a história da Arte Latino-Americana e Mundial no Século XX. Entrou para o Taller de Arte Constructivo (ateliê capitaneado por Torres García) em 1944, aos 11 anos de idade. Seguiu até o fechamento, nos anos 60, e mantém vivo o Construtivismo fundado pelo mestre. Sua trajetória tem ainda passagens como preso político e exílio na Suécia.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO/SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DE JÚLIO MANCEBO AMANHÃ.


O pintor, escultor e muralista uruguaio Júlio Mancebo já está em Porto Alegre para a sessão de autógrafos do livro “MANCEBO” e exposição de suas obras.
O artista concedeu entrevistas ontem e esta manhã compareceu na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre para acompanhar os preparativos. Além de prestigiar a exposição, quem comparecer poderá comprar obras de Júlio que estarão à venda.





EXPOSIÇÃO JÚLIO MANCEBO/ SESSÃO DE AUTÓGRAFOS


Local: Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre
Endereço: Rua Câncio Gomes, 661 Porto Alegre-RS
Horário: 19h às 22h30min





NA IMAGEM: JÚLIO MANCEBO E SUAS OBRAS NA AGÊNCIA DE LEILÕES E ESPAÇO CULTURAL PORTO ALEGRE.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O QUE INSPIRA JÚLIO MANCEBO.


“O assunto da inspiração como toque divino, para mim não existe: sempre a proposta é a estrutura. Em realidade, e creio que o dizia Stravinsky, a inspiração se integra com o trabalho. Estás trabalhando e em um dado momento entras como em uma espécie de euforia que te leva a fazer coisas que de outro modo não farias. Nem sempre acontece, mas quando acontece se nota, nota o entusiasmo, o formigamento, o impulso de trabalhar sem pensar. Em mim se dá um pouco. O meu negócio é o da racionalização, ajustar e ajustar, mas em alguns momentos aparece esse estado que descrevia.”




É assim que Júlio Mancebo explica o que o inspira enquanto cria suas obras. Este é apenas um trecho da minuciosa entrevista de caráter biográfico realizada com o artista, que pode ser lida na íntegra no livro que retrata sua vida e obra, “MANCEBO”. Como já informado anteriormente, o artista estará autografando a obra dia 09 de abril (sexta-feira), a partir das 19 horas, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661). Além da sessão de autógrafos, ocorrerá no local uma exposição com obras de Júlio Mancebo. A exposição ficará aberta ao público até dia 30 de Abril, e algumas obras estarão à venda.




Na imagem: Júlio Mancebo pintando em seu atelier.

terça-feira, 6 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO E VENDA DE OBRAS: JÚLIO MANCEBO


“Ser livre significa a capacidade de questionar as convicções com que a sociedade dá forma a nossos pensamentos, e creio que ninguém o faz sobre a totalidade de suas idéias. Por isso somos conservadores ante aquilo que damos por estabelecido, sobre o que não refletimos. Somos capazes de um pensamento criador somente sobre o que nos interessa.”

“A obra necessita do “outro”, mas pertence ao artista. O “outro” a aceita, a rechaça ou a ignora. Se a obra é boa e é aceita, falará inclusive de coisas que o artista incluiu sem sequer ter consciência de fazê-lo”



Estes são mais alguns trechos encontrados no livro que retrata a vida e obra de Júlio Mancebo. O artista estará autografando a obra dia 09 de abril (sexta-feira), a partir das 19 horas, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661). Além da sessão de autógrafos, obras estarão à disposição dos presentes, algumas à venda. A exposição poderá ser apreciada até dia 30 de Abril.





Na imagem: Óleo sobre eucatex - med. 70x49cm.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

LEILÃO DE ABRIL/2010: ARTE INDO-PORTUGUESA



Dando continuidade às postagens informativas em relação ao leilão que será realizado dia 20 de Abril, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, n°661 - Porto Alegre, RS), hoje o conceito proposto retrata a cultura e artes indo-portuguesa, como a ilustração acima (peça que estará à venda no dia 20 de Abril).

“Na cultura indo-portuguesa houve uma grande transformação de ideais, seus arquivos são poderosos, sua documentação farta, e Goa atravessou e atravessa um processo de continuidade, onde marcas profundas formaram seus diferenciais mesmo em relação ao subcontinente. E seus habitantes possuem um desejo imenso de armazenar informações do passado, facilitando uma compreensão maior de todo o processo aculturatório e de sua evolução posterior.
Sob o ponto de vista plástico, muitas vezes, são pequenos traços que surgem e que aos poucos vão se acentuando ou não, traços com que o criador da obra, seja artista ou artesão, responderá ao meio ambiente que o cerca, mas também às injunções políticas que os pressionam em todo o leque que esta ação pode intervir.
Para o entendimento da formação da arte indo portuguesa, torna-se imprescindível a análise do meio ambiente em que esta arte deslanchou, o sul da Índia e sua extensão na direção da Saurasta, lembrando que ela foi criada dentro de um trançado de múltiplas influências. “Só então poderemos pensar em analisá-la em relação ao Brasil.”




Na imagem: Móvel indo-português século XIX.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO E VENDA DE OBRAS: JÚLIO MANCEBO


A Capital gaúcha recebe um dos mais importantes artistas do Construtivismo Latino-Americano. Dos que conviveram com o mestre Joaquín Torres García, o uruguaio Julio Mancebo é o último discípulo vivo. Aos 77 anos, autografa livro que retrata sua obra no dia 09 de abril (sexta-feira), a partir das 19 horas, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661).

Financiado com recursos privados, Mancebo é uma espécie de homenagem, como explica, Daniel Chaieb, da Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre - uma das instituições financiadoras. É um documento que reconhece a obra do uruguaio em vida. “Esse tipo de iniciativa normalmente só ocorre depois da morte dos artistas”, lembra Chaieb. Também contribuíram com recursos para a publicação a Casa da Memória da Arte Brasileira e Liliam Beatris Chagas de Moura.

Até o dia 30 de abril, obras de Julio Mancebo estarão dispostas à apreciação dos gaúchos no mesmo local da sessão de autógrafos, que marca também a abertura da exposição. A visitação será gratuita e alguns trabalhos estão sendo comercializados. O evento do próximo dia 09 é aberto ao público. O pintor uruguaio Júlio Mancebo estará presente na sessão de autógrafos.




Na imagem: Óleo sobre tela - med. 100x100cm.

quarta-feira, 31 de março de 2010

LEILÃO DE ABRIL/2010: ARTE SACRA


Dia 20 de Abril às 20h00min, a Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, n°661 - Porto Alegre, RS) realizará um leilão de arte e antiguidades e a partir de hoje serão postadas algumas imagens de objetos que serão leiloados na data citada, começando pelas obras de arte sacra.

“Arte sacra é o nome dado a toda produção artística qualificada e destinada ao culto sagrado. É uma "teologia em imagens", deve representar as verdades da fé, não de um modo arbitrário, mas de exposição do dogma cristão com a maior fidelidade possível e com sentimentos autenticamente piedosos. A intenção das obras, nesse estilo, é despertar nos fiéis emoções puras e singelas, revelar-lhes a visão do Paraíso ainda na Terra, um lampejo da perfeição..”


Na imagem (esquerda para direita): Cristo português Dom José, século XVIII, com resplendor e detalhes da cruz em prata - med. 101 cm x 37 cm/ Virgem Maria com menino Jesus. Alemanha, final do século XVII início do XVIII - med. 67 cm altura/ Santo português século XVII - med. 28 cm altura/Cristo Minas Gerais século XVIII - med. 22 cm altura.

terça-feira, 30 de março de 2010

Noite de autógrafos do livro "MANCEBO".




“Julio Mancebo foi além dos cânones intelectuais do legado construtivo, não se amarrando a soluções pictóricas já conhecidas.”

“Mancebo se apropria da luz meridional, a um tempo solar e invernal, e da paisagem do Prata e da capital uruguaia, transformando-a em pura vibração que se funde à estrutura de suas telas, tornada em sutileza”

“Mancebo é leal àquela tradição, respeitando as lições que aprendeu diretamente do mestre e que compartilhou com os colegas, também reverenciados: Planejamento, estrutura, proporção, fundamentação teórica, método, estudo de cores, experimentação de materiais.”



Estes trechos fazem parte do prólogo do livro sobre a vida e obra do artista plástico uruguaio Julio Mancebo. O livro em versão trilíngue (espanhol/português/inglês) contém um prólogo de Ricardo Orsi, um artigo de Juan Fló, Joaquín Torres García y su taller, e uma entrevista de caráter biográfico com o pintor realizada por José da Cruz.
Será realizada uma noite de autógrafos no dia 9 de Abril, sexta, das 19h às 22h30min, na Agência de Leilões e Espaço Cultural Porto Alegre (Rua Câncio Gomes, 661 Porto Alegre-RS). O espaço cultural também sediará uma exposição individual do artista, que estará presente ao evento (Até o dia 30 de Abril). Algumas das obras exibidas estarão à venda.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

“QUANTO MAIS CARO, MELHOR" INFORMA VEJA

Obra do escultor suíço atingiu preço recorde em leilão. (Reuters).

A Revista VEJA, em sua edição de 10 de fevereiro, traz matéria sobre o mercado de arte internacional, mais particularmente dos leilões de arte. A partir da venda de uma obra do artista suíço Alberto Giacometti (a escultura em bronze L'homme qui marche I), ocorrida em Londres, na Sotheby´s, em 04 de fevereiro do corrente, estabeleceu-se novo recorde de obra de arte mais cara do mundo: 104,3 milhões de dólares. A peça, que pertencia a um banco alemão, foi arrematada por 110 milhões de francos.
Segundo informa o articulista André Petry, a notícia é boa: quando uma peça artística bate recorde de preço, é sinal de que a economia vai bem.

O homem caminhando I foi arrematado em apenas oito minutos por telefone, por um comprador que preferiu ficar anônimo. Trata-se do maior preço já pago por uma obra de arte em leilão", informou a Sotheby's. O lance mínimo era de 12 milhões de libras esterlinas (US$ 19,05 milhões).

A escultura em bronze em tamanho natural (1,83 m) é considerada a principal obra de Giacometti e está estampada também na nota de 100 francos suíços. Existem seis originais da peça. Filho do pintor impressionista Giovanni Giacometti (1868–1933), Alberto Giacometti (1901-1966), esculpiu a obra em 1961. O homem caminhando I faz parte de uma série de esculturas de bronze esbeltas feitas pelo artista suíço entre 1947 e sua morte e que representam homens e mulheres solitários.

Banco não queria mais a escultura
Por Geraldo Hoffmann, http://www.swissinfo.ch/.

O homem caminhando I era uma das 3 mil obras da coleção de arte do Dresdner Bank e estava exposta no hall de entrada do banco em Frankfurt. Com a fusão de maio de 2008, ela passou para o Commerzbank, que, segundo o portal Tagesanzeiger.ch, se desfez da obra "porque a figura do homem emagrecido poderia ser interpretada como símbolo da crise bancária".

O dinheiro arrecado no leilão, porém, não será destinado ao pagamento de bônus de executivos e sim a fundações do Commerzbank (segundo maior banco alemão depois do Deutsche Bank) e a museus para projetos de restauração.

No mesmo leilão da Sotheby's foi vendido o quadro Kirche em CassonePaisagem com ciprestes, do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1918), por US$ 43 milhões, o dobro do preço estipulado. A pintura havia desaparecido em Viena durante a ocupação nazista da Áustria e só reapareceu décadas mais tarde. Klimt pintou o quadro em 1913, durante uma viagem com sua musa Emilie Flöge ao Lago de Garda, maior lago da Itália.